“Primeiro é a Cabeça que Emagrece”

em forma e gorda escolha alimentar
Hoje escutei algo muito bom: “primeiro é a cabeça que emagrece!”
Depois que comecei a tomar o suco verde, passei a preferir comidas saudáveis à comidas industrializadas, descobri o doce da manga, o crocante da maçã, a refrescância da melância e mais uma variedade de sabores e texturas.
Eu me pergunto como foi que nos acostumamos à comida industrializada: cheia de agrotóxicos, hormônios, refinados, corantes, acidulantes, flavorizantes e conservantes, ao contrário das frutas, legumes e verduras que são: naturais, refrescantes, saborosas, nutritivas e cheias de nutrientes. A indústria de alimentos é contraria à vida porque não valoriza a energia vital dos alimentos, não se preocupa com a saúde e sim com os lucros.
O pior é que depois que compramos esse alimento industrializado, ele fica mais desvitalizado porque preparamos no fogão ou microondas, acabando de destruir os poucos nutrientes que resistem e para piorar, para digerir essa comida desvitalizada, o corpo gasta o pouco estoque de energia que resta, o resultado é um cansaço extremo, depois de tantas refeições assim, ficamos doentes e não entendemos porque…
Se voltarmos aos tempos da Vovó, não existia esse mundo complicado de hoje: cheio de shoppings, fast foods, internet, velocidade, urgência..tudo era tão simples…o prato era: arroz, feijão, carne e salada; depois, uma laranja, um abacaxi, uma manga…
Hoje existem doenças que não existiam antigamente e hoje comemos como não comiamos antigamente…nunca se viu tantas pessoas obesas, tantas crianças doentes, crianças que poderiam estar andando de bicicleta e que não muito distante poderão estar em uma cadeira de rodas infelizmente.
Me pergunto: por que um pudim ganha na preferência nacional de uma manga palmer? Porque é mais doce? Resposta errada! Porque é mais prático comê-lo? Negativo! É cultural!
É um grande passo para se chegar até uma saúde plena, pois pra isso é preciso reformular: valores, costumes, hábitos e tudo isso é muito difícil, difícil por ser: cultural, maternal e sentimental, porque cada comidinha que gostamos, gostamos porque tem uma história ligada a ela e às vezes é a única coisa que nos resta e por isso é tão difícil o desapego…
Elaine Bido

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